"Brotava um cheiro de tempo, muito doce, parecia poeira, mas poeira perfumada, e doce, doce, extremamente doce, tão doce que provocava vertigens..."
24 março, 2011
“Pois há menos peixinhos a nadar no mar Do que os beijinhos que eu darei Na sua boca, Dentro dos meus braços Os abraços hão de ser milhões de abraços Apertado assim, colado assim, calado assim Abraços e beijinhos, e carinhos sem ter fim…”
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