"(...)E apesar do meu medo há em mim uma paz enorme que eu chamo de felicidade.”
[Caio Fernando Abreu, in Cartas - A Zaél e Nair Abreu]
"Brotava um cheiro de tempo, muito doce, parecia poeira, mas poeira perfumada, e doce, doce, extremamente doce, tão doce que provocava vertigens..."





